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BIM and the electric guitar


It's like, you give a man a Les Paul guitar and he becomes Eric Clapton, and of course that's not true. And if you give a man an amplifier and a synthesizer, he doesn't become, you know, whoever; he doesn't become us."

The English band Pink Floyd was often accused of being dependent on their equipment. In the 2003 Adrian Mabel's director's cut for the 1973 Live at Pompeii film, this is how bassist Roger Waters, curiously a student at the former school of architecture at Regent Street Polytechnic in London, responds to the criticism instigated by Mabel.

But you must be wondering why this information opens this article. Simple, just like buying a Les Paul doesn't make you Eric Clapton, that Revit or Archicad course, don't make you know BIM. In the same way that a Pink Floyd song is the result of a collective effort, of technique, concept, experimentation, daring, production, a BIM project is not limited to the tool you use.

Make no mistake, I strongly defende that professionals working with BIM should always know the tools, whether they are for authoring, analysis or management. Just as the choice between a Gibson Les Paul or a Fender Stratocaster influences the entire sound of a band, the choice between Edificus or OpenBuildings can make a difference in your design company. But the migration to BIM cannot stop there.

PPP - People, Policies, Processes

The BIMe Initiative, which is for BIM as Pink Floyd is for progressive rock, defines the three Ps of BIM: People, policies and processes.

An architectural project in BIM is, nevertheless, an architectural project and as such, it has a party, a concept, it meets the legislation, has environmental comfort and meets the demands of stakeholders. In BIM, CAD or by hand, a good project still depends on a good team of designers, with technical knowledge and experience. Hence, the people.

The development of the BIM project is governed by a series of documents that guide the relationships between those stakeholders involved, their responsibilities and the protection of information. It is essentially collaborative and interoperable. When it is mature, it goes through all the spheres and activities of a company and the well-intentioned performance of an enthusiast is just not enough. It's the policies.

Finally, BIM is also about process: how to model, what information to extract, how to manage the data and how to use the chosen tools. Detail for the plural, a good process will probably integrate a range of programs, as trivial as a notepad and as powerful as a programming platform.

So be careful when you say that you "do BIM" just because you learned how to model a wall. And put the guitar down on the wall if you haven't learned to play any chords, that is getting shameful!


A banda inglesa Pink Floyd foi por muitas vezes acusada de ser dependente dos seus equipamentos. No corte de 2003 do diretor Adrian Mabel para o filme Live at Pompeii, lançado originalmente em 1973, é assim que o baixista Roger Waters, curiosamente estudante da antiga escola de arquitetura da Regent Street Polytechnic de Londres, responde à cr

ítica instigada por Mabel.

Mas você deve estar se perguntando o porquê desse informação abrir esse artigo. Simples, do mesmo jeito que comprar uma Les Paul não te faz Eric Clapton, aquele curso de Revit ou Archicad, não te fazem saber BIM. Do mesmo jeito que uma música do Pink Floyd é fruto de um esforço coletivo, de técnica, conceito, experimentação, de ousadia, de produção, um projeto BIM não se resume à ferramenta que você usa.

Não se engane, eu defendo que os profissionais que atuam com o BIM devem sempre conhecer as ferramentas, sejam elas autorais, analíticas ou de gerenciamento. Assim como a escolha entre uma Gibson Les Paul ou uma Fender Stratocaster influencia no som inteiro de uma banda, a escolha entre o Edificus ou o OpenBuildings pode fazer a diferença na sua empresa de projetos. Mas a migração para o BIM não pode parar aí.

PPP - Pessoas, Políticas e Processos

A BIMe Initiative, que está para o BIM assim como o Pink Floyd está para o rock progressive, define os três Ps do BIM: Pessoas, políticas e processos.

Um projeto arquitetônico em BIM é, ainda assim, um projeto arquitetônico e como tal, ele tem um partido, um conceito, ele atende às legislações, tem conforto ambiental e atender às demandas dos clientes e usuários. No BIM, no CAD ou à mão, um bom projeto ainda depende de uma boa equipe de projetistas, com conhecimento técnico e experiência. São as pessoas.

O desenvolvimento do projeto em BIM é regido por uma série de documentos que norteiam as relações entre os agentes envolvidos, suas responsabilidades e a proteção à informação. Ele é essencialmente colaborativo e interoperável. Quando maduro, ele atravessa todas as esferas e atividades de uma empresa do ramo e não basta a atuação bem intencionada de um entusiasta. São as políticas.

Por fim, o BIM é também processo: como modelar, qual informação extrair, como gerir os dados e como utilizar as ferramentas escolhidas. Detalhe para o plural, um bom processo provavelmente integrará uma gama de programas, tão triviais como um bloco de notas e tão potentes como uma plataforma de programação.

Portanto, cuidado ao falar que você "faz BIM" só porque aprendeu a modelar parede. E abaixa a guitarra da parede se você ainda não aprendeu a tocar nenhum acorde que está ficando feio!

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